Oh! amor, grande amor!
Miserável é a chama
De sua eternidade mesquinha
E falso é o seu calor.
Quanto de ti é amor
E quanto será ilusão?
O sorriso amigo inebriando-se em fervor
Torna desgostosa tua feição.
Não, meu bem! Hoje acordei.
Amanhã, quem sabe talvez,
Dilacerar-me-ei por ti
Mais uma vez.
quinta-feira, 20 de março de 2008
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