quarta-feira, 26 de junho de 2013

Ando pela vida em silêncio,
Uma sombra a esgueirar-se por detrás das luzes,
A centelha na escuridão da noite,
O calor perdido há tempos no inverno.
Reino em palácios construídos por ideais
E apodreço nos calabouços da hipocrisia.
A palavra certa no momento oportuno
E o argumento esquecido ao fim da discussão.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Até o mais vil, mesquinho e hediondo; até o mais terrível ser humano que possa existir na humanidade gosta de poesia. Caso contrário, simplesmente, não há ser. Não há morte sem vida, não há belo sem feio, não há alma sem angústia.